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Isabel Morais Ribeiro Fonseca

ESTE DIA


Este dia que amanhece

Rasga-me como numa luta de morte

E as sombras que me cobrem

Abrem-se ao silêncio, ao esquecimento

Numa ferida em agonia neste medo de viver

Ilusão numa cova coberta de flores ciprestes

Nas emoções que geram o sal da vida

Da nossa própria dor flagelada que nos ceifa